Eu era uma mulher com um corte tipo chanel, meio gordinha, de óculos pontudos, e usava um codinome, fui entrevistar o Crivella, junto com meu assistente. A gente foi para um restaurante de comida japonesa, e achei muito estranha a forma que o barman fazia os sushis: ele pegava um punhado muito grande de arroz, e misturava com um creme e ficava misturando essa massa que ficava meio sedosa no ar, e eu nunca tinha visto uma coisa assim antes, mas estava com fome. Perguntei ao Crivella o que ele estava fazendo pelo Rio de Janeiro, e ele disse:
Estamos instalando bases tecnológicas de ponta, e eu passo a não ouvir mais e ficar olhando pro sushi. Até que eu mudo de perspectiva com o assistente da repórter, e quero pegar um sushizinho que está no meu prato, mas olho pra repórter muito puta falando com o Crivella. Aí aparentemente eu nao sei usar os pauzinhos, entao eu fico brincando com o sushi enquanto ela fica só ouvindo, puta.
Até que acaba, e a repórter se transforma no meu ex amigo, o Teti. Aí chego para Teti, olho para as comidas nem tocadas, e falo pra ele
Entao, vamos pegar pra levar né
E ele diz tipo
Nao, nao vamos
e eu digo
mas por que
e ele
porque nao
ele fica desconfortável porque os garcons estao olhando
Na mesa da frente, uma mulher que aparentemente era italiana
deixa quase tudo no seu prato
e eu estava cheio, me lembro de ter comido muito.
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