Mal-feitor
Meus avós tem medo de bandido
Os que espreitam, madrugada nua
É, ele está na Europa, escondido
Povo acuado mal sai na rua
Pega do teu bolso minguado
Some com teu imposto
Te bota contra a parede, pressionado
Bate no teu rosto
Quem vos escreve tem pele branca
E nunca sofreu agressão policial
Linha de pensamento franca
A disparidade é surreal
Cessa essa tortura, ditadura
Ce tá espancando teu povo, teu irmão, policial
Dizer que o pobre é bandido
E esconder o celular
Parece um destino escolhido
Óh, como é bom roubar
Falando em injustiça
Quer fazer uma base espacial
Poe uma cara postiça
E o discurso igual
Aparece brando na tela
Na igreja, acende vela
Quanto falta para deixar de faltar?
Quando falta escoar enchente
Quando falta remédio no hospital
Quando falta educar gente
Num país desigual
Te digo, e te digo de maneira informal
Ser humano precisa pensar
De tuas origens, tenha ciência
Qual bandido tu quer derrubar?
A causa ou a consequência?
Aperta tua gravata, fala bonito, tenha clemencia
Desvia aqui, empresta ali
SOS, estado de emergência
domingo, 25 de fevereiro de 2018
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