Antes que eu cuspa todas as vísceras
E postergue o gosto desse veneno
Quanto menos enceno
Mais condeno
O torturar das formas
E os quadrados mal-formados
Os silêncios reprimidos
Os olhares não dados
os caminhos tomados
Os escuros protuberantes
E os desgastantes claros
Pelo verso vértebra cor
Veria peito, sangue
Vejo cinzas, poeira
Desce tua insuficiente ladeira
Para que trepa as árvores
Quer apenas a madeira
Para o bem dos teus bens
Dorme, acorda, inquietante
Tremor
Lhe sacode os pés, perturba a casca
Asco
De enfiar até a cabeça
Grande, demais
Enche, transborda, inunda
Vai? eu vou
E a minha
Afunda
Tamanha escuridão
Me enfio nessa caverna
A culpa minha
Não trouxe lanterna
sexta-feira, 1 de junho de 2018
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